Restaurações e reconstruções em resina composta (RC) — da troca de amálgamas antigos à devolução da forma natural do dente.
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Vale ser transparente aqui, porque existe bastante desinformação sobre o assunto, dos dois lados:
A escolha certa depende do caso, das prioridades do paciente, e da técnica empregada.
1. Avaliação do dente e do tipo de restauração necessária
2. Remoção da restauração antiga (quando for troca) ou preparo mínimo do dente
3. Aplicação da resina composta, camada por camada, na cor exata do dente
4. Escultura e polimento para devolver a forma e o brilho naturais
Não necessariamente — a evidência não mostra diferença de segurança relevante. A troca costuma ser por estética ou porque a restauração antiga já está com problema.
Varia com o cuidado, a região do dente e a técnica empregada — por isso a avaliação e o acompanhamento periódico fazem diferença.
Não — na maioria dos casos é feita sem necessidade de anestesia, já que atua sobre a superfície do dente. *Quer entender a fundo a comparação entre amálgama e resina? [Leia o artigo completo no blog →]*